Quem é Rogério Pietro
Rogério Pietro é brasileiro, originário do ABC paulista, autor de ficção científica e fantasia, reconhecido como o principal e o mais importante escritor do gênero Amazofuturismo, tendo consolidado as bases desse novo gênero scifi na literatura mundial.
Desde cedo, Rogério Pietro criou histórias e personagens, primeiro como desenhos, depois na forma escrita. Publicou seu primeiro livro de fantasia infanto-juvenil de forma independente em 2008. Posteriormente, foi convidado a publicar por uma editora.
Rogério Pietro faz parte do selo Saifers de autores independentes de ficção científica mundial, e já lançou diversos livros bem avaliados pelos leitores, tendo sido traduzido para o italiano e o inglês.
RUR: Robôs Universais de Rossum, de Karel Čapek
Desde então, seus livros se concentram nos gêneros da fantasia, ficção científica e ensaios. Em 2020 publicou a tradução e a adaptação do clássico mundial da ficção científica RUR: Robôs Universais de Rossum, de Karel Čapek, pela Editora Madrepérola.
A repercussão da obra foi tão grande que Rogério Pietro foi convidado a conhecer o Consulado Geral da República Tcheca no Brasil. Alguns exemplares de seu livro foram enviados para a Tchéquia, e foram doados para o museu de Karel Čapek.
A publicação foi possível graças a um financiamento coletivo que ultrapassou 300% da meta. Neste livro foi apresentada a primeira adaptação mundial de RUR para o gênero narrativo.
Amazofuturismo
A relação de Rogério Pietro com o Amazofuturismo aconteceu quando ele descobriu um edital chamando autores para escreverem contos amazofuturistas. Estudando o assunto, ele tinha o interesse de escrever um conto para participar do edital, mas as ideias fluíram com tanta força que ele decidiu transformar o conto no primeiro romance amazofuturista escrito no mundo.
Do primeiro livro surgiu a série, consolidando os pilares do Amazofuturismo.
CYBERAMAZÔNIA
Cybermazônia é um conceito que pertence ao amazofuturismo, e significa a conexão entre todas as formas de vida existentes no Bioma Amazônia. Essa conexão não é apenas ecológica ou acadêmica, ela existe realmente na forma da rede de micélios, uma espécie de internet de fungos que interliga plantas e árvores, trocando informações e nutrientes, e influencia todo o ecossistema.






